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[CBHC] #D11 Lagoa da Pampulha

Impressionante como 18 km podem representar um ano inteiro de corridas, toda uma cidade. A Volta Internacional da Pampulha tem essa energia vibrante, especial. Uma prova muito querida entre os corredores, e não apenas os mineiros. Apelidada de VIP, é o tipo de desafio que não pode passar despercebido pelo calendário de nenhum corredor.

A Volta da Pampulha seria, sem dúvida, a melhor inspiração para concluir as missões do Conhecendo BH Correndo em 2015. O que melhor poderia simbolizar a capital mineira do que a Lagoa da Pampulha? Não que ela seja uma novidade, mas, em um projeto que se propõe a mapear os locais para se correr na cidade, é claro que ela não ficaria de fora.

Correr a Volta da Pampulha sempre pareceu para mim uma estreia, mas, na 17ª edição da prova, assumir o papel de corredor-desbravador deu outro rumo à minha experiência. Olhos atentos a cada trecho, a cada passada, compartilhei um pouco da ansiedade e emoção de diversos corredores, de calouros a veteranos.

Fiquei surpreso com o quanto a VIP tem crescido e se tornado uma grande festa esportiva. A empolgação da torcida mineira (e brasileira) aumentou. Durante todo o percurso, foi uma alegria ouvir as pessoas aplaudindo os corredores, dando apoio e gritando incentivos.

Falar dos pontos positivos de se correr na orla da Pampulha, como fiz nas demais missões do CBHC, seria, nesse caso, pleonasmo. Qualquer elogio ao conjunto arquitetônico planejado por Oscar Niemeyer pode parecer pequeno perto da grandeza das obras. Para mim é sempre difícil contornar a Lagoa e não ficar maravilhado com a paisagem. A beleza da prova chega a ofuscar os pontos que precisam ser melhorados, como a falta de banheiros ao longo do trajeto e a largada pouco organizada e sem respeito à divisão de ritmos.

Os que me conhecem, sabem que amo de paixão correr na chuva! A chuvinha rasa que caiu durante a prova, lavou até a alma e encerrou com chave de ouro o meu ano nas corridas. A chuva, tão simples para alguns, serviu como benção. Foi ela que me guiou até o sprint final, até a linha de chegada, até a medalha, mas não antes de agradecer aos céus pelo ano maravilhoso e pela possibilidade de ter participado dessa prova tão especial.

Em 2015, literalmente conheci Belo Horizonte correndo. Ano que vem tem mais. A capital mineira ainda tem muitos lugares a serem explorados. Que 2016 venha com tudo!

Eu?! Tô Conhecendo BH Correndo. E você?! Vem comigo uai.

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Felipe Branco
Felipe Branco

filipibranco@yahoo.com.br

Felipe Branco, 27 anos, é daqueles corredores “sem tempo ruim” e que adoram um desafio. Quando ingressou na corrida de rua há cinco anos, tinha a Avenida Cristiano Machado e o Anel Rodoviário como pista de corrida. Ele se aventurava ali mesmo, pois preferia se arriscar a deixar de correr. Hoje, ele inclui trechos mais seguros na sua rotina de treinos. Talvez daí, a necessidade de explorar a cidade e compartilhar os achados com outros corredores.

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