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[CBHC] #D2 Volta da Contorno

Uma noite mal dormida não faz nada bem a uma pessoa normal. Quem dirá a um corredor!

Digo isso porque, apesar do meu compromisso dominical (a tão falada Volta da Contorno), arrisquei curtir um pouco mais a festa junina da noite anterior.

O resultado não foi nada bom. Acabei me atrasando no dia seguinte. O combinado era chegar às 7h30, bater um papo com a galera, conhecer gente nova, falar sobre o percurso, tirar fotos, enfim, registrar o momento.

Mas quem se atrasa não perde só a hora… Perdi também a largada oficial e tive que fazer a chamada “corrida de recuperação”. Shame on me!

A Volta da Contorno já está em sua 4ª edição. Talvez você nunca tenha ouvido falar, pois não é uma prova oficial do nosso calendário de corridas de rua. A animação da galera presente, no entanto, supera qualquer ausência de ‘oficialidade’.

Se você conhece um pouco da história da cidade de Belo Horizonte, deve saber que a Avenida do Contorno foi projetada para cercar’ a capital. O trajeto é repleto de prédios primorosos, belas paisagens, várias subidas e descidas e muito asfalto.

Não foi nada mole fazer o percurso. Precisei acelerar para alcançar a galera e conseguir curtir os pontos turísticos.

D3

Iniciando pela trincheira que separa a Avenida do Contorno da Avenida Raja Gabaglia, contei com o benefício da descida. Coisa boa é descer. Devo dizer que descidas leves são maravilhosas, um empurrão a mais… Logo depois, o encontro da Avenida do Contorno com a Avenida Amazonas e nada do pelotão, nada de gente correndo.

Mais a frente dois encontros: Avenida do Contorno com Augusto de Lima e Avenida do Contorno com Teresa Cristina.

Segui à procura do pelotão e eis que vejo um primeiro grupo correndo. Ufa!

Segui no meu ritmo, desejando alguns bons-dias. Praça da Estação, Viaduto Santa Teresa, Viaduto da Floresta, praças menos famosas, igrejas de todos os tipos e períodos e, de repente, mais gente correndo. Agora sim estou na “Volta da Contorno”. A partir dali foi aproveitar e me divertir.

Avenida do Contorno com Avenida dos Andradas, Boulevard Shopping, área hospitalar… Subida e mais subida até a Avenida Afonso Pena com Avenida do Contorno. Depois, descida e mais descida: Pátio Savassi, prédios grandiosos e mais asfalto pela frente!

Faltam poucos metros e me sinto um vencedor. Não pelo primeiro lugar, mas por ter conseguido completar um percurso que tinha tudo para dar errado.

Mais uma curva – sei que estou próximo: TRE, Estadual Central… Solto o corpo, sorrio, cumprimento colegas que já chegaram, confiro meu tempo e distância, respiro fundo, me sinto feliz.

Eu corro!

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Felipe Branco
Felipe Branco

filipibranco@yahoo.com.br

Felipe Branco, 27 anos, é daqueles corredores “sem tempo ruim” e que adoram um desafio. Quando ingressou na corrida de rua há cinco anos, tinha a Avenida Cristiano Machado e o Anel Rodoviário como pista de corrida. Ele se aventurava ali mesmo, pois preferia se arriscar a deixar de correr. Hoje, ele inclui trechos mais seguros na sua rotina de treinos. Talvez daí, a necessidade de explorar a cidade e compartilhar os achados com outros corredores.

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