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[CBHC] #D3 Via 240

Conhecendo BH Correndo Dia 3

Como é bom se sentir em casa!

Voltei às minhas raízes, onde tudo começou. Ao local onde me divertia na adolescência, muito antes de me tornar um corredor.

Foi por lá que comecei a me aventurar nesse mundo louco da corrida de rua. Foi onde me apaixonei pelo asfalto e percebi que poderia manter uma vida saudável, correndo.

O cenário? A Avenida Risoleta Neves, mais conhecida como Via 240, e a Avenida Saramenha, nos bairros Aarão Reis e Guarani, respectivamente.

Foi com esse trajeto, de apenas 4 km, que completei o terceiro desafio do projeto Conhecendo BH Correndo.

Para quem não conhece a região Nordeste da cidade, não hesito em dizer: largue a mesmice e descubra novas pistas de corrida.

mapa dia 3

Por que vale a pena se aventurar por lá?

Os motivos são muitos e diversos. Primeiro, por causa da pista de corrida e ciclovia, que traz segurança aos atletas. O percurso é plano e com algumas curvas, o que faz lembrar (bem de longe) a Pampulha.

O local é arborizado, deixando os treinos em dias quentes mais agradáveis. Tem também uma pequena trilha, ao lado da pista de corrida, de onde é possível ouvir o riacho que corre por lá.

Larguei um pouco mais à frente da Estação São Gabriel, onde será construída a nova rodoviária da capital. Lá é possível abastecer a garrafinha com água e usar o banheiro (custa R$ 0,50).

Partindo do Pátio de Manutenção da Estação São Gabriel, a pista da Via 240 tem 2 km e passa pelos bairros Providência, São Gabriel e Aarão Reis. A chegada é no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS Novo Aarão Reis), que conta com um polo da Academia da Cidade, onde você pode se hidratar, mas só durante os dias da semana.

Avenida Saramenha

De lá, é possível prosseguir o treino pela MG-020, mas optei virar à esquerda na Avenida Saramenha, onde segui por mais 2 km em uma pista de cooper com ciclovia. Tome apenas cuidado para atravessar os sinais: alguns têm mão inglesa.

O fim da pista é na Avenida Cristiano Machado. O percurso é bem movimentado.  Em todos os horários do dia, sempre tem alguém se exercitando por lá. Nos horários de pico então, entre 8h30 e 10h e entre 18h30 e 20h, as duas avenidas ficam cheias, muuuuito cheias!

Sai de lá com a certeza de que vou voltar mais vezes. Ali me sinto recomeçando, realinhando, reaprendendo!

Voltar ao local onde tudo começou é ter a certeza de que as pessoas e os lugares mudam, e até a gente muda, mas nossas raízes continuam sempre lá, no mesmo lugar!

E as suas, onde estão?

 

 

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Felipe Branco
Felipe Branco

filipibranco@yahoo.com.br

Felipe Branco, 27 anos, é daqueles corredores “sem tempo ruim” e que adoram um desafio. Quando ingressou na corrida de rua há cinco anos, tinha a Avenida Cristiano Machado e o Anel Rodoviário como pista de corrida. Ele se aventurava ali mesmo, pois preferia se arriscar a deixar de correr. Hoje, ele inclui trechos mais seguros na sua rotina de treinos. Talvez daí, a necessidade de explorar a cidade e compartilhar os achados com outros corredores.

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