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[CBHC] #D12 Correr na Praça da Assembleia

Já pensou em correr na Praça da Assembleia? O projeto Conhecendo Belo Horizonte Correndo chegou à uma das principais praças da capital mineira. O foco, dessa vez, não foi conhecer o local, mas apresentar aos colegas atletas as vantagens e desvantagens de treinar por lá, além das belezas e curiosidades do entorno.

Apesar da distinta praça não ser bem uma novidade para mim – ela é, na verdade, o meu local de treino oficial durante a semana –, foi surpreendente perceber como detalhes do lugar passam despercebidos na correria do dia a dia.

Após a recente reforma, a praça tomou novos ares. Agora mais arborizada e com jardins bem cuidados, ela me faz lembrar (bem de longe!) algumas praças europeias. Com novas pinturas e adereços, o espaço está de encher os olhos.

Para desbravar o local, contei com a ajuda da Marcelle, da página Divan Fitness, dos amigos Fernando e Daniel e da Aline Oliveira, do blog Corra Leve e minha parceira de treinos na Run&Fun. Quer alegria maior que essa: voltar com o projeto em 2016 e logo “de cara” ganhar novos amigos na corrida?

assembleia bh

Depois das apresentações, acertamos o percurso a ser feito, alongamos e esperamos alguns minutinhos para ver se alguém mais aparecia. E apareceram: a Natália, outra colega de treinos, e sua amiga, Mabel.

Iniciamos o trajeto pelo coreto, bem no centro da praça, onde se encontra o famoso marco do triângulo de bronze, o mesmo que enfeita a bandeira mineira; o púlpito que já recebeu discursos famosos; a fonte, que infelizmente fica desligada durante o dia; a Igreja de Nossa Senhora de Fátima e o playground.

Seguimos pela Rua Rodrigues Caldas (sentido Centro), Rua Juiz de Fora, Rua Martim de Carvalho e Avenida Olegário Maciel, contornando toda a praça e entorno. Com os semáforos e cruzamentos do trajeto foi preciso atenção. Eles acabam dificultando a manutenção do ritmo e a concentração no treino.

Treinar em grupo na praça foi um ponto positivo. Além da questão da segurança, a animação e motivação se mantiveram em alta. Mesmo sem nos conhecer muito bem, mantínhamos o ritmo e não deixamos ninguém para trás.

Após uma pequena pausa para água – sim, a praça conta com bebedouros públicos, partimos para conhecer o entorno. Percorremos os quarteirões do CREA-MG e da sede mineira do Banco Central do Brasil. Depois seguimos pelas avenidas Olegário Maciel, do Contorno (trincheira) e Avenida Álvares Cabral, onde passamos em frente ao prédio da Justiça Federal. Continuamos pela Rua Matias Cardoso, Dias Adorno e chegamos novamente à Praça Carlos Chagas, nome de batismo da Praça da Assembleia.

Outras ruas da região também têm trechos pouco movimentados e rendem um bom trote: a Avenida Barbacena e o quarteirão do parque Rosinha Casar, que fica entre as ruas Matias Cardoso, Ouro Preto, e Rodrigues Caldas.

Todo o trajeto rendeu 8 km, em ritmo moderado. A conclusão é de que a região é ideal para treinos de subidas curtas e rodagens com velocidade progressiva. Com algumas ressalvas, a Praça da Assembleia é um local que eu indicaria para treinos. Algumas assessorias, inclusive a Run&Fun, tem ali um ponto fixo durante alguns dias da semana.

Durante a semana é possível até utilizar os banheiros da Assembleia Legislativa. Aos domingos, infelizmente, não há essa opção. A praça tem ainda aquelas academias a céu aberto. Uma ótima alternativa para quem ainda não se rendeu à corrida.

A Praça da Assembleia é, com certeza, um ótimo local para treinar ou simplesmente passear com a família e amigos. Adorei o domingão e desvendar a praça mais de perto. Adorei ainda mais a companhia. Por isso, apareçam sempre!

Eu?! Tô Conhecendo BH Correndo. E você? Vem comigo, uai!

praça da assembleia

 

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Felipe Branco
Felipe Branco

filipibranco@yahoo.com.br

Felipe Branco, 27 anos, é daqueles corredores “sem tempo ruim” e que adoram um desafio. Quando ingressou na corrida de rua há cinco anos, tinha a Avenida Cristiano Machado e o Anel Rodoviário como pista de corrida. Ele se aventurava ali mesmo, pois preferia se arriscar a deixar de correr. Hoje, ele inclui trechos mais seguros na sua rotina de treinos. Talvez daí, a necessidade de explorar a cidade e compartilhar os achados com outros corredores.

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